Jul 14
postado por rdbandeira, 14 Jul 2:13 pm
Coisas legais, divertidas e principalmente inteligentes e criativas devam ser disseminadas nos blogs, twitters e redes sociais pra todo mundo. E, segundo minha filosofia, eis que passo pra frente esta carta. Eu ri muito enquanto lia pq É VERDADE! Todo mundo (os designers) odeiam a Comic Sans mas é impressionante como todos (teoricamente leigos) amam. A idéia foi, sem dúvida, genial do Timothy McSweeney.
Confira o recadinho amistoso para os que levantam a bandeira de “Não à Comic Sans”.
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Categoria(s): reflexão, sem categoria
Jul 08
postado por rdbandeira, 08 Jul 10:39 am
AWESOME VIDEOS!
Vídeos interessantes que falam como a internet influencia o mundo da propaganda. Não só a propaganda mas também nossa forma de interagir com os produtos e até mesmo pessoas. Vale a pena assistir. Tenho certeza que você ficará tão impressionado quanto eu fiquei. Depois de assistir aos dois vídeos, fiquei impressionada com a proporção que a internet tomou. Estamos sempre conectados, participando, lendo… e simplesmente não nos damos conta do quanto estamos enraizados com tudo isso.
A internet tomou conta do mundo num nível jamais imaginado pelo homem e essa tendência é exponencial. Ela só tende a crescer cada vez mais. Confesso que estou curiosíssima pra ver o rumo dessa história…
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Categoria(s): carreira, marketing, reflexão
May 31
postado por rdbandeira, 31 May 2:12 am
Este poema foi dado numa das minhas aulas de semiótica, para que todos lessem e discutissem o que é ser você no mundo de hoje onde tantas marcas existem e nos identificam. Quem somos nós nesse mundo onde a marca vale mais do que você mesmo?
Eu, Etiqueta
Carlos Drummond de Andrade
Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome… estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, nesta vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produto que nunca experimentei
mas são comunicados a meus pés.
(…)
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio,
escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É doce estar na moda, ainda que a moda
seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
todos os logotipos do mercado
(…)
Hoje sou costurado, sou tecido,
sou gravado de forma universal,
saio da estamparia, não de casa,
da vitrina me tiram, recolocam,
objeto pulsante mas objeto
que se oferece como signo de outros
objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é coisa.
Eu sou a coisa, coisamente.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. Rio de Janeiro: Record, 1984.)
E deixo a pergunta:
Quem é você? O que realmente te representa?
Fica aberta a discussão.
=)
Categoria(s): reflexão, teoria/design
Nov 10
postado por rdbandeira, 10 Nov 9:09 am

Ando refletindo bastante sobre esta pergunta: “estamos mesmo sozinhos?”. Não pense que estou me referindo ao mundo, ao universo ou para onde vamos. Me refiro a profissão WebDesign. Fico pensando se apenas nós, designers, que conseguimos entender a importância de detalhes, formas ou teoria das cores.
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Categoria(s): reflexão
Mar 03
postado por rdbandeira, 03 Mar 12:33 am
A poucos dias recebi um email sobre um rapaz que está desenvolvendo o TCC com o tema de design nazista na II Guerra. Pessoal passou alguns links interessante e não pude deixar de ver e de me admirar com alguns. Mtos deles, bem marcantes e fortes. As frases dos cartazes, todas com muito impacto, sem contar as cores. O vermelho sempre mto forte e presente.
Segue abaixo 3 dos que mais me chocaram:

tradução: “Check the war-mongers of the world. Every vote for the Führer!”
Se vc prestar atenção, os peões do tabuleiro de xadrez, são soldados de guerra com as cabeças abaixadas. Isso causa um impacto fortíssimo na composição desse cartaz. O vermelho ao lado com a suástica causa um efeito ainda mais dramático e pesado.

Tradução: Este é o jeito que nós lutamos. Você, também, precisa trabalhar pela vitória.”
Tanto a frase quanto a ilustração causam um forte impacto à composição. O soldado, além de estar com uma expressão de angústia, medo e favor, está carregando armas nas mãos e na cintura. Atrás, bombas estourando junto com outros, supostamente companheiros, lutando.
As cores estão pesadas, assim como a tipografia no mesmo estilo dos outros (provavelmente uma característica da época/país). Tons avermelhados mas desta vez, sem a suástica como tema principal.

Tradução: “O inimigo vê sua luz! Black out!”
Esta é, sem dúvida, a mais pesada de todas. Visão deles no final da guerra que foi marcada pelas bombas de Hiroshima e Nagazaki. Na imagem, uma caveira com uma bomba na mão em cima de um bombardeio mirando na cidade logo abaixo onde se pode observar pessoas em suas casas.
Cores escuras marcam esta composição o que dá um aspecto muito mais carregado ao cartaz.
Bom, estas foram, para mim, os melhores cartazes de toda a lista que pode ser conferida aqui. A pesquisa foi feita para o livro: Bending Spines: The Propagandas of Nazi Germany and the German Democratic Republic, 2004. Nesse site encontra-se algumas informações para pesquisa e mtas imagens dos cartazes desde a I Guerra. Vale a pena dar uma conferida. Eu gostei muito.
Categoria(s): arte e design, reflexão
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